
Máscara(da)
me sou, entre minhas próprias paredes
imaginarias e medíocres,
o reflexo frouxo e flébil
do caótico camarim
sou sob a luz do palco
inteira de soberbos sorrisos
e sutis sinfonias
sou inteira simpatia
sou a máscara elegante
e eloquente, fina,
que num talvez
que
bra
e
resta-me.
O resto é interessante.
ResponderExcluirbelo reflexo do narcisismo frágil.
ResponderExcluirAdoro!
E me projeto.
a máscara é sempre o decalque de um rosto ainda por decifrar...
ResponderExcluir.a.m.e.y.
um bom fim de semana.
c____h____u____a____C !